Mostrando postagens com marcador Pesquisas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pesquisas. Mostrar todas as postagens

10 de jul. de 2013

QUANTO NOS CUSTA A DOR?


Nos Estados Unidos, a dor crônica custa em torno de 10 bilhões de dólares por ano e, por isso, muitos estudos são feitos pelo governo americano, empresas privadas, empresas de planos de saúde e muitas outras organizações, tentando descobrir os efeitos da dor crônica em toda a sociedade.

  • Segundo o Departamento de Ortopedia e Medicina Esportiva, da Universidade de Washington, a dor crônica da coluna lombar afeta quase 31 milhões de americanos e representa a causa mais comum de incapacidade em pessoas de até 45 anos de idade
  • A entidade também afirma que em torno de 40 milhões de americanos sofrem de dor de cabeça crônica recorrente
  • Em torno de 4 bilhões de dólares por ano são gastos em medicação para dor de cabeça
  • 5 milhões de americanos estão parcialmente incapacitados por dor crônica da coluna e 2 milhões adicionais estão tão incapacitados a trabalha
  • Dor lombar causa 93 milhões de dias de trabalho perdidos a cada ano
  • Nos Estados Unidos, são feitas 70 milhões de consultas médicas por ano em decorrência da dor
  • Por ano, 73 milhões de pessoas passam por algum trauma ou cirurgia em razão da dor intensa ou moderada

Apesar de estes números serem relevantes nos Estados Unidos, as causas de dor crônica e o subsequente custo à sociedade em geral são universais.

Não há estatísticas precisas sobre o efeito da dor na população brasileira, mas, segundo especialistas, a situação não é muito diferente que em outros países.

Em uma nota de imprensa feita pelo Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CSFSP) sobre o trabalho da ONG Aliviador (uma organização sem fins lucrativos que divulga em todo Brasil a importância de fortalecer as políticas públicas voltadas para o tema da dor) diz que:

  • Existem muitos tratamentos ministrados de forma inadequada, e muitos remédios e cirurgias são feitos sem necessidade;
  • 52 milhões de brasileiros sofrem de doenças crônicas;
  • 45% a 80% das consultas médicas feitas no Brasil são realizadas pela dor;
  • a dor afeta 80% da população brasileira em algum momento da vida;
  • 30% alega dor nas costas, 20% dor de cabeça, 15% dor nas articulações;
  • De acordo com a pesquisa organizada pelo grupo de dor da USP, Dor no Brasil, além de confirmar a mesma porcentagem de pessoas que abandonam o emprego por causa de dor, também mostrou que 95% dos pacientes de hospitais brasileiros tinham a carreira afetada pela dor;
  • Segundo o estudo Máster de dor, a maior pesquisa já feita no Brasil sobre dor, 22,3% dos pacientes com dor abandonam o emprego;
  • Uma pesquisa do Datafolha, de 2001, revelou que, dos trabalhadores de São Paulo, 40% possuem dor crônica e 62% já faltaram ao trabalho por causa da dor e que 3,7 milhões de trabalhadores de indústrias de São Paulo apresentam atualmente dor crônica

14 de fev. de 2013

COMO FIQUEI TORTO, SE NÃO SOFRI NENHUM ACIDENTE



Nem sempre é o grave acidente que leva ao desalinhamento da coluna. A maioria das pessoas deixam passar despercebidos pequenos traumas rotineiros que depois de anos sem tratamento desencadeiam problemas sérios na coluna.

E quando procuram o quiropraxista por causa desses problemas, quase sempre ele diz que você apresenta uma subluxação vertebral. Provavelmente, depois de sair de lá devem se perguntar: "Afinal, o que é essa tal de subluxação?"

Vamos lá! Mais branda que a famosa luxação, que ocorre quando as superfícies articulares ficam completamente separadas umas das outras, a subluxação acontece quando as superfícies articulares são parcialmente separadas e algumas partes ficam ainda em contato. No caso da coluna, são as articulação das vértebras que ficam ligeiramente desalinhadas.

A subluxação pode ser tão imperceptível, que os médicos, em geral, não dão tanta atenção para ela. No entanto, para os quiropraxistas, o mínimo deslocamento da vértebra, se não tratado, já é suficiente para levar, no futuro, ao desalinhamento mais drástico da coluna, gerando, inclusive, sintomas não relacionados à ela, pois, uma vez deslocadas as vértebras, a comunicação entre o sistema nervoso central e o restante do corpo sofrerá interferências, prejudicando assim seu equilíbrio bioquímico e acarretando em doenças, disfunções etc.

A subluxação ocorre por diversas causas. Uma delas é a força física, ou mecânica, que pode afetar a coluna durante a gestação, quando o feto está mal posicionado no útero materno. Estima-se que crianças suscetíveis ao mal posicionamento no útero têm 50% mais chances de desenvolver problemas de quadril, mandíbula ou de postura durante a infância. Durante o nascimento, ela também corre o risco de sofrer subluxações, pois fica exposta a diversas forças prejudiciais como, por exemplo, no momento em que o médico puxa a criança forçando sua coluna cervical.

Nos primeiros anos de vida, a criança é colocada à prova pela necessidade de aprender a andar. São incontáveis as vezes que ela cai sentada, de lado, de frente, de costas, e até chega a bater a cabeça! Cada queda tem o potencial para gerar não apenas uma subluxação, mas um padrão delas.

Na adolescência, é a vez das práticas esportivas, significando mais quedas, batidas, torções etc., e mais subluxações.

Quando adultos, as quedas diminuem, em contrapartida a pessoa enfrenta freadas bruscas, ou mesmo sofre acidentes de carro, posiciona-se mal no trabalho ou nas tarefas do lar, e quem utiliza transporte público sabe bem como é complicado, podendo desenvolver outras subluxações.

Ora, se você, praticamente, nasce com uma subluxação, ao consultar um quiropraxista com, digamos, 30 anos, estará, então, 30 anos atrasado para essa consulta! Durante todos esses anos subluxado, estará também mais suscetível a doenças, além de não estar desempenhando sua capacidade máxima, pois o corpo estava com interferência.

É por isso que não há idade mínima nem máxima para ser ajustado por um quiropraxista, porque a Quiropraxia é para todos, independente de idade, sexo e estado de saúde!

3 de nov. de 2011

Pesquisa mostra que Quiropraxia reduz a duração da crise de enxaquecas


-->
Sabe aquela enxaqueca que insiste em atormentar naqueles momentos mais impróprios? A boa nova é que esse problema bastante comum, sempre tratado por medicamentos encontra agora uma nova proposta, a Quiropraxia!

Essa dor de cabeça bem caracterizada e conhecida por todos, é extremamente forte, na qual estímulos de luz, som e até mesmo cheiro pioram a condição. Especialistas chegam a afirmar, que antes da dor ser percebida, a enxaqueca já se manifesta através de alterações de humor e apetite.

Muitas pessoas reclamam que os medicamentos fortes trazem complicações e mal-estar, e por isso procuram novas soluções. Para esclarecer melhor esse assunto, uma pesquisa comparou diversos tipos de tratamento e mostrou que todos têm eficiência semelhante, porém, a Quiropraxia obteve resultados diferenciados na duração das crises, que se tornavam cada vez mais breves, além de não apresentar efeitos colaterais e ser extremamente segura.

Através do ajuste cervical, os Quiropraxistas removem as subluxações e com elas vão embora a tensão muscular e as dores de cabeça. O importante é sempre ter um acompanhamento multidisciplinar para melhores resultados!


Fonte Chaibi, A.; Tuchin, P.; Russell, M. : Manual therapies for migraine: a systematic review. – J Headache Pain. 2011

7 de ago. de 2011

Quiropraxia pode controlar a hipertensão, demonstra pesquisa


A hipertensão arterial ou pressão alta, como é mais conhecida, caracteriza-se pela aferição acima de 140x90 mmHg (valor de referência para adultos com mais de 18 anos), sendo uma das doenças que mais acometem pessoas no mundo todo.

A cada dia, a pressão alta é foco de uma nova pesquisa para esclarecer as suas causas. Hoje, sabe-se que maus hábitos como fumar, alimentar-se mal, ser sedentário, ingerir bebidas alcoólicas frequentemente, entre outros, são alguns dos fatores que colaboram para o seu desenvolvimento.

Tratada tradicionalmente com medicamentos anti-hipertensivos, uma pesquisa demonstrou que a pressão alta pode ter mais uma causa, a subluxação!

A pesquisa demonstrou que pacientes hipertensivos apresentavam a primeira vértebra cervical com subluxação. Após os ajustes, a pressão arterial dos pacientes diminuiu e ficou sob controle mesmo sem medicamentos durante o período da pesquisa.

Isso ocorre porque de maneira direta ou indireta, todas as funções do corpo são controladas pelo Sistema Nervoso, e essas informações passam obrigatoriamente pela medula espinal, que segue por toda a coluna.

É importante ressaltar também que os pacientes devem manter um acompanhamento multidisciplinar, nunca deixando de tomar os remédios sem a autorização do médico.

Apesar de muito cedo para afirmar com toda a certeza que a Quiropraxia combate mais esse mal, com essa pesquisa com resultados tão otimistas, muitas outras pesquisas virão! De qualquer forma, consultar um Quiropraxista é seguro e ótimo para sua saúde.


Bibliografia - Atlas vertebra realignment and achievement of arterial pressure goal in hypertensive patients: a pilot study - Bakris G, Dickholtz M, Meyer PM, Kravitz G, Avery E, Miller M, Brown J, Woodfield C, Bell B

Department of Preventive Medicine, Rush University Hypertension Center, Chicago, IL, USA

5 de jun. de 2011

PESQUISA REVELA MELHORA EM HIPERATIVIDADE INFANTIL QUANDO TRATADA COM AJUSTES QUIROPRÁTICOS


Hoje, é muito comum falar em hiperatividade! Denominada pela medicina como Desordem do Défict de Atenção, a hiperatividade é de difícil diagnóstico, afeta crianças, adolescentes e até adultos, em geral, desatentos, impulsivos e instáveis, e que apresentam problemas de linguagem, memória e habilidades motoras.

Um estudo realizado na Universidade do Estado do Mississipi, nos EUA, teve como objeto determinar a eficácia dos procedimentos de Quiropraxia na redução dos níveis de hiperatividade em crianças, mostrou melhora nos sintomas.

Primeiramente, as crianças foram tratadas com um placebo (procedimento falso e sem efeito). Em um segundo momento, foram realizados a avaliação biomecânica da coluna e, então, os ajustes de Quiropraxia, para finalmente reavaliar a hiperatividade das crianças.

Esse dados foram obtidos através de testes de ansiedade nas crianças durante a simulação de um trabalho escolar, da avaliação dos próprios pais sobre o rendimento escolar e de exame de Raio-X para avaliar a coluna, dentre outros métodos.

Através de dados analisados visualmente e de estatísticas constatou-se que:

  • Cerca de 70% das crianças mostraram melhora comportamental ao serem tratadas com Quiropraxia em relação ao tratamento placebo;
  • Cerca de 60% das crianças apresentaram melhora também nos níveis de excitação.

Os pesquisadores concluíram que, apesar do estudo ter sido realizado com poucas crianças, a Quiropraxia aparentou ser um ótimo tratamento para hiperatividade.

Fonte: http://www.chiro.org/pediatrics/ABSTRACTS/Chiropractic_as_a_Treatment.shtml