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26 de ago. de 2013

A DOR NA PERNA E A COLUNA

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A popular dor conhecida como “ciático” é uma dor na parte posterior da coxa até a panturrilha, que ocorre devido à irritação do Nervo Ciático. Esse nervo é o mais longo do corpo humano e vai da coluna lombar até a ponta do dedão do pé. Dessa forma dor, formigamento ou queimação atrás da perna pode ter sua causa na coluna!
 
Estima-se que esse problema afeta mais de 40% da população em algum momento da vida.
 
A irritação do Nervo Ciático pode acontecer por vários motivos, sendo os principais: Hérnia de disco, Artrose avançada da coluna (espondilogiscoartrose/artrose facetaria) e Síndrome do Piriforme.
 
Todas essas causas de dor no ciático são muito bem tratadas com Quiropraxia, e o paciente obtém uma recuperação adequada já que o tratamento não vai apenas tirar a dor, mas sim corrigir o problema.
 
Basicamente o quiropraxista realinha a coluna melhorando a movimentação do corpo e o equilíbrio, tirando sobrecargas das articulações e normalizando a atividade muscular. Além de todos esses efeitos, a manipulação articular (os estalos) produz alívio da dor e sensação de bem-estar.
 
Nas clínicas Quiropraxia Jason Gilbert, associamos ao tratamento a liberação muscular, procedimento realizado por profissionais qualificados, que acelera os resultados.

Se você tem esse tipo de dor, trate-se o mais rápido que puder com Quiropraxia para recuperar a saúde! Se não tem, previna-se e mantenha mais esse problema longe da sua coluna!

19 de ago. de 2013

VOCÊ SABIA, QUE PROBLEMAS DA COLUNA NEM SEMPRE CAUSAM DOR?



Muitas pessoas relacionam a dor ao surgimento do problema na coluna. No entanto, a maioria apresenta problemas que iniciaram há muito tempo sem apresentar dor, esquecendo-se do tombo de trinta anos atrás – aquele que contribuiu fatalmente para a degeneração óssea. 

Com exceção dos problemas causados por trauma, a dor na coluna vertebral, na maior parte dos casos, aparece bem depois do surgimento do problema.

Mudanças na biomecânica da coluna, infelizmente, demoram anos para se manifestarem como dor e outros sintomas. E a maioria dos pacientes com mais de 35 anos surpreende-se quando a degeneração de décadas é revelada nas radiografias.

Isso não é totalmente inesperado, uma vez que estamos sujeitos a muitos traumas, quedas, maus hábitos posturais e influências prejudiciais que deixam suas marcas em nossas colunas.

Nesse tipo de degeneração, a radiografia não mente. 

Para evitar surpresas futuras, é recomendável que todos com mais de 25 anos façam raio-X da coluna e o levem para um quiropraxista analisá-los e determinar o quanto seus hábitos já afetaram a estrutura da coluna.


10 de jul. de 2013

QUANTO NOS CUSTA A DOR?


Nos Estados Unidos, a dor crônica custa em torno de 10 bilhões de dólares por ano e, por isso, muitos estudos são feitos pelo governo americano, empresas privadas, empresas de planos de saúde e muitas outras organizações, tentando descobrir os efeitos da dor crônica em toda a sociedade.

  • Segundo o Departamento de Ortopedia e Medicina Esportiva, da Universidade de Washington, a dor crônica da coluna lombar afeta quase 31 milhões de americanos e representa a causa mais comum de incapacidade em pessoas de até 45 anos de idade
  • A entidade também afirma que em torno de 40 milhões de americanos sofrem de dor de cabeça crônica recorrente
  • Em torno de 4 bilhões de dólares por ano são gastos em medicação para dor de cabeça
  • 5 milhões de americanos estão parcialmente incapacitados por dor crônica da coluna e 2 milhões adicionais estão tão incapacitados a trabalha
  • Dor lombar causa 93 milhões de dias de trabalho perdidos a cada ano
  • Nos Estados Unidos, são feitas 70 milhões de consultas médicas por ano em decorrência da dor
  • Por ano, 73 milhões de pessoas passam por algum trauma ou cirurgia em razão da dor intensa ou moderada

Apesar de estes números serem relevantes nos Estados Unidos, as causas de dor crônica e o subsequente custo à sociedade em geral são universais.

Não há estatísticas precisas sobre o efeito da dor na população brasileira, mas, segundo especialistas, a situação não é muito diferente que em outros países.

Em uma nota de imprensa feita pelo Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CSFSP) sobre o trabalho da ONG Aliviador (uma organização sem fins lucrativos que divulga em todo Brasil a importância de fortalecer as políticas públicas voltadas para o tema da dor) diz que:

  • Existem muitos tratamentos ministrados de forma inadequada, e muitos remédios e cirurgias são feitos sem necessidade;
  • 52 milhões de brasileiros sofrem de doenças crônicas;
  • 45% a 80% das consultas médicas feitas no Brasil são realizadas pela dor;
  • a dor afeta 80% da população brasileira em algum momento da vida;
  • 30% alega dor nas costas, 20% dor de cabeça, 15% dor nas articulações;
  • De acordo com a pesquisa organizada pelo grupo de dor da USP, Dor no Brasil, além de confirmar a mesma porcentagem de pessoas que abandonam o emprego por causa de dor, também mostrou que 95% dos pacientes de hospitais brasileiros tinham a carreira afetada pela dor;
  • Segundo o estudo Máster de dor, a maior pesquisa já feita no Brasil sobre dor, 22,3% dos pacientes com dor abandonam o emprego;
  • Uma pesquisa do Datafolha, de 2001, revelou que, dos trabalhadores de São Paulo, 40% possuem dor crônica e 62% já faltaram ao trabalho por causa da dor e que 3,7 milhões de trabalhadores de indústrias de São Paulo apresentam atualmente dor crônica

8 de jul. de 2013

Problemas da coluna sempre causam dor?


Embora muitos dos de meus pacientes cheguem à clínica por problema de dor nas costas ou algum outro sintoma relacionado à coluna, nem sempre problemas da coluna vêm acompanhados de dor. A maior parte dos problemas dos pacientes apareceram há muito mais tempo do que a duração e o surgimento da dor.

Mudanças na biomecânica da coluna, infelizmente, demoram anos para manifestar-se na forma de dor e sintomas. A maioria dos pacientes acima dos de 35 anos de idade tem algum tipo de “surpresa” estrutural revelado quando estudamos os raios X, onde muitos apresentam degeneração de décadas.

Isso não é uma surpresa, uma vez que estamos sujeitos a muitos traumas, quedas, maus hábitos posturais e influências prejudiciais suficientes que deixam a marca em nossas colunas.

Para esse tipo de degeneração, a radiografia não mente e recomendo que todos acima de 35 anos façam raios X e levem para um quiropraxista analisar e determinar o quanto seus hábitos já afetaram a estrutura de sua coluna.

Muitos quando veem seus raios X argumentam “minha dor só começou a semana passada”; ou “mas a causa da minha dor é a queda que eu tive há um mês atrás” e esquecem a queda há 30 anos, aquela que contribuiu fatalmente para a degeneração óssea.

É  parecido com os danos pulmonares que acontecem de forma acumulativa, repetida e insidiosa, onde pois não sentimos dor na hora de fumar.

Com exceção de problemas causados por trauma, toda dor na coluna vertebral, na maior parte dos casos, aparece bem depois do aparecimento do problema. 

2 de mai. de 2013

Estilo de vida: mals hábitos alimentares podem levar à oesteoporose


Por que número crescente de pessoas com osteoporose? Ao contrario do que se pensa, não é por falta de cálcio em nossa alimentação. A questão é que consumimos muitos alimentos ácidos e estamos muito sedentários.

O sangue e os tecidos precisam ser mantidos em uma faixa de pH alcalino. Leite, açúcar, álcool, comidas gordurosas, carboidratos e cigarro, por exemplo, promovem um estado ácido do organismo. Como o cálcio tem o poder de neutralizar a acidez, o corpo retira-o dos ossos para neutralizar o pH; e a consequência é a perda da densidade da massa óssea. A falta de impacto causado pelas atividades físicas faz com que o corpo deixe de depositar cálcio nos ossos, reduzindo a sua densidade.

Uma das formas de prevenir a osteoporose é cuidar da alimentação e exercer alguma atividade física. Mulheres que estão chegando na faixa dos 40 anos e homens na faixa dos 50, devem realizar periodicamente o exame de densitometria óssea, que mede a densidade dos ossos. Mas não se assuste se o diagnóstico for osteopenia. Não significa que você já está doente, mas sim que seus ossos estão começando a perder a densidade e é hora de você ir a luta contra a osteoporose.

Osteoporose não dói
A redução da densidade dos ossos em si não causa dor. Mas muitas pessoas aceitam a dor que sentem, atribuindo-a à osteoporose. Em geral, a dor e outros sintomas estão presentes como um reflexo normal do corpo de que algo não está bom. Pode ser resultado da articulação subluxada, ou do sedentarismo.

A osteoporose somente provoca dor quando a vértebra foi parcial ou totalmente fraturada, afetando a articulação e mudando as curvas normas da coluna;ou quando esta fratura resulta em pressão direta na medula ou nos nervos que saem desta entre cada vértebra para o resto do corpo – que é muito raro.

Quando existir osteoporose na coluna ou nos ossos e acontecer uma fratura, não há nada que possa ser feito para devolver a forma correta do osso. O melhor tratamento é a prevenção de quedas e fraturas.


23 de jan. de 2013

PRESTE ATENÇÃO NA DOR: ELA É UM SINAL DE QUE ALGO NÃO VAI BEM


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“Toda a ciência provém da dor. A dor procura sempre a causa das coisas, enquanto o bem-estar se inclina a estar quieto e não olhar para atrás.” Stefen Zuveig

A dor é uma sensação desagradável que às vezes chega a nos incapacitar para exigir que paremos de fazer as atividades que agravam e causam o problema.

Se fosse prazerosa como rir ou beijar, a dor não faria com que a pessoa nunca investigasse a causa principal.

Na verdade ela é o pedido de atenção do nosso corpo por meio de sensações desagradáveis.

Sentir dor é necessário, pois sem ela, o corpo progrediria a um estado muito pior, no qual praticamente não seria possível recuperar a saúde.

Não desrespeite seu corpo apagando os sinais com medicamentos ou qualquer outra modalidade.

Se focarmos na raiz do problema e não apenas na eliminação da dor, permitiremos que o nosso corpo funcione da maneira que foi criado.

Uma pessoa com hérnia de disco, por exemplo, deve sentir o nervo ciático (dor irradiando da coluna para perna) para não continuar sobrecarregando a coluna e, consequentemente, agravando a disfunção e a hérnia, que poderia acabar em enfraquecimento da perna ou, pior ainda, perda do controle da bexiga, intestinos ou órgãos sexuais.

Como nós não temos a instrução de como interpretar cada dor, cada sinal e sintoma de nosso corpo, infelizmente muitas vezes as ignoramos ou, pior ainda, apagamo-as com analgésicos, enganando nosso corpo e deixando o problema principal degenerar nosso corpo e afetar ainda mais nossa saúde.

É o nosso cérebro que decide se vamos sentir dor ou não. O cérebro analisa toda a informação que recebe de todos nossos sensores e receptores para determinar se sentir a dor será vantajoso ou não.

Nas situações em que não seria produtivo estar dolorido, como, por exemplo, em um campo de batalha, a dor frequentemente não é sentida pelos soldados até que saíam da zona de perigo.

Então, se você está dolorido, de certa maneira, seu cérebro concluiu que criar a dor é produtivo – certo tecido de seu corpo é ameaçado e seu cérebro quer que você reverta essa situação.

A duração da dor não tem relação com a severidade do problema. Muitos pacientes, quando se consultam pela primeira vez, afirmam “mas não é nada importante, pois esta dor só apareceu há uma semana”. Mas quando questionados sobre outras dores na coluna ou corpo e se já sentiram as mesmas anteriormente, dizem “ah, sim, sofri uma crise lombar que não me deixou caminhar, mas foi anos atrás e nunca mais voltei sentir a dor”.

É comum após examiná-los e estudar as radiografias, identificarmos degeneração como osteoartrose ou hérnia discal, que demoram anos para se desenvolverem.

Por que então podemos possuir problemas biomecânicos graves ou degeneração avançada e somente sentir a dor depois de muito tempo com o problema, sem ter recebido o aviso do corpo antes sinalizando que algo não estava bem?

Se aceitarmos a definição de que saúde é “quando o corpo está funcionando 100% corretamente”, será fácil entender que, se tivermos uma vida saudável, consumirmos comida saudável, fizermos exercícios regularmente e dormirmos o suficiente, teremos mais chance de sentir dor logo após o aparecimento do problema.

Caso contrário, se vivermos estressados, dormirmos pouco, consumirmos alimentos inadequados e ingerirmos medicamentos ou álcool, será mais difícil para nosso corpo emitir qualquer aviso quando algum problema aparecer.

Temos que lembrar que nosso corpo tem uma capacidade incrível de adaptação e é o cérebro que decide quando e como vai emitir os sinais. Algumas vezes, essa decisão não faz sentido aparentemente, mas quando analisamos outros fatores, passa a fazer muito mais sentido.

O corpo se adapta porque muitos fatores estressantes distraem nosso cérebro do foco, ou seja, do problema. Isso não é regra para todos; muitas pessoas que não dormem o suficiente ou andam estressadas são definitivamente mais sensíveis a dor, mas não há duvidas de que, enquanto o cérebro não estiver exercendo seu trabalho, por estar distraído, o organismo não vai funcionar como deveria.

POR ISSO, SE VOCÊ ESTÁ SENTINDO DOR OU OUTROS SINTOMAS, SAIBA QUE A RESPONSABILIDADE É SUA DE DESCOBRIR POR QUE SEU CÉREBRO TOMOU ESSA DECISÃO.

PROCURE UM PROFISSIONAL DA SAÚDE PARA ENCONTRAR A RAIZ DO PROBLEMA. O QUIROPRAXISTA TAMBÉM PODE AJUDAR VOCÊ, QUANDO A DOR FOR NA COLUNA OU EM ALGUMA ARTICULAÇÃO.

7 de jan. de 2013

Controle os sintomas e aprenda a manter a saúde de sua coluna





Os sintomas sempre são o principal motivo pelo qual as pessoas procuram a Quiropraxia. A dor, que é o mais comum dos sintomas, incomoda tanto que a pessoa não consegue mais pensar em outra coisa que não seja se livrar desse incômodo.
O quiropraxista tem isso em mente logo que começa o atendimento. Ele sabe da importância de aliviar a dor do paciente e desenvolverá um plano de controle dos sintomas para cada paciente que contém determinadas mudanças de hábitos, a frequência do tratamento, a própria maneira como vai ser realizado o tratamento e a possibilidade de um trabalho multidisciplinar.

Dentre os recursos que podem ser utilizados para controlar os sintomas também entram o  gelo ou calor, a depender do caso, outras terapias e exercícios simples para realizar no cotidianos que promovem ou suportam a melhora

Após controlar a dor entra a fase de manutenção do tratamento. Se nesse período o paciente deixar de se tratar, é questão de algum tempo para que a dor retorne, e essa montanha russa de melhora e piora não é nada boa para o corpo.

Controlar os sintomas significa tratar a dor junto com a causa da mesma e dessa forma acelerar a melhora é o que a Quiropraxia faz de melhor. 

O paciente costuma perceber alívio logo na primeira consulta, mas isso não pode ser motivo para abandonar o tratamento. Mesmo quando já não há mais dor, ainda é necessário manter o tratamento até que a causa esteja definitivamente corrigida e assim a saúde possa se manter mais estável.

28 de nov. de 2012

Preste atenção, seu corpo está pedindo ajuda!!



Dor na coluna, na cabeça, uma fisgada, febre... ao contrário do que se pensa, todos esses sintomas são um alarme de que algo não vai bem em seu corpo. Quando alguma coisa não funciona em seu organismo, o cérebro transmite avisos por meio do sistema nervoso, que se manifesta de diversas maneiras.

A dor, por exemplo, pode ser um sinal de que alguns tecidos de seu corpo foram danificados devido uma pancada ou uma queda. Quando você tem febre, seu cérebro mandou avisos a seu corpo de que há um processo viral ou infeccioso, que deve ser combatido. Assim, a sua temperatura é elevada e seu organismo cria um meio hostil para que os vírus morram o mais rápido possível, possibilitando a verdadeira cura. A inflamação evita que a parte afetada de seu corpo movimente-se, facilitando a regeneração dos tecidos lesados.

Muitas pessoas não se dão conta que estão com algum problema, por não apresentarem ou simplesmente encobrirem o mal estar. Em geral, os remédios têm como objetivo eliminar os sintomas, mas acabam por mascarar a doença, desativando o alarme e a proteção natural de seu corpo. Embora a pessoa não sinta mais nada, a doença continua o seu processo.

Se apresentar alguns desses sintomas, escute o que seu corpo está querendo falar. Os ajustes Quiropráticos levam as mensagens da vida até o corpo e aumentam o potencial da saúde, permitindo que o corpo se regenere e trabalhe corretamente.

No Cuidado Quiroprático, algumas pessoas tem os sintomas acentuados, sofrendo o chamado efeito rebote. Saiba que isso é passageiro, não se tratando de um retrocesso, e, sim, de um processo normal na recuperação da saúde. Por isso, não desista na primeira dorzinha. Ela é um aviso de que você deve continuar.

12 de nov. de 2012

ENTENDA O SEU CORPO

As áreas da saúde estão evoluindo cada vez mais, mas é importante que os novos conceitos estejam também nas mentes dos pacientes. A antiga visão de procurar atendimento apenas quando estamos doentes precisa acabar.
Com a Quiropraxia surgiu um novo modo de pensar, um modelo baseado em observar o corpo e interpretar seus sinais. É como ter uma conversa com as trilhões de células do nosso corpo. Agora é preciso que o paciente abrace essa novidade e comece a entender um pouco mais de si mesmo.
As pessoas devem ter em mente que dores são avisos de que algo está errado, precisam saber que desconforto é o primeiro indício de que estamos caminhando para as dores que tanto incomodam.
As dores só aparecem quando o corpo está sofrendo danos relevantes, ou quando algo esta muito errado.
O ideal é que muito antes do desconforto, quando ainda estamos bem, se procure atendimento com Quiropraxia e outras especialidades da área da saúde, para nos mantermos bem. Não sendo possível, a segunda opção é procurar cuidados assim que os desconfortos surgem, antes da dor. Esses passos podem evitar centenas de problemas sérios, são o novo conceito em prevenção.
É dessa forma que o paciente “conversa” e entende os sinais do corpo, sentindo, percebendo diferenças e suas limitações, atentando para as dores e desconfortos, e relatando sua percepção para o quiropraxista. O trabalho para cura é feito em conjunto, com ambos monitorando o progresso e cuidando do corpo.

24 de set. de 2012

OPTE PELO TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR SEMPRE

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Sempre que falamos sobre como pacientes desiludidos pelos tratamentos convencionais que encontram a cura na Quiropraxia pode surgir a ideia errada de que estamos dizendo que o tratamento quiroprático é melhor do que os outros, cuidado!
O ajuste quiroprático não é melhor que nenhum outro tratamento, muito menos substitui o convencional. O que se deve fazer é agregá-la aos cuidados, optar pelo tratamento multidisciplinar.
Unidas, a Quiropraxia, a Medicina, a Fisioterapia e as demais profissões da saúde formam um time e tanto para curar!  Vamos ver alguns exemplos de como elas trabalham juntas:
Infecções – Enquanto a Medicina entra com os antibióticos, no controle da febre e desidratação, a Quiropraxia faz o corpo funcionar melhor, aproveitando mais dos medicamentos e fortalece o sistema imune do corpo.
Dor – A Medicina entra com a avaliação e se necessário o uso de medicamentos, a Fisioterapia com a terapia elétroneuroestimuladora e , com controles de inflamação e reabilitação muscular, e a Quiropraxia entra normalizando o funcionamento das articulações e sistema nervoso.
Obesidade – A Medicina avalia se há alguma doença paralela e se necessário indica medicamentos que trabalham no controle da possível hipertensão, diabetes etc. A Nutrição vai corrigir todo o hábito alimentar e determinar os gastos de energia e nova dieta, além de balancear as deficiências de vitaminas e minerais. A Fisioterapia vai trabalhar para manter o corpo funcional, fortalecendo os músculos e corrigindo os movimentos que por anos foram errados para suportar o peso. A Quiropraxia oferece a chance do corpo se recuperar muito mais rápido, melhora o equilíbrio e preserva as articulações que estavam sobrecarregadas.
Lembre-se, o cuidado multidisciplinar é a melhor escolha!

11 de jun. de 2012

Cuidado com o colchão! Ele pode ser o culpado por sua dor na coluna



Colchões de baixa qualidade ou inapropriados para o perfil físico da pessoa pode causar danos inesperadamente sérios para a coluna. 
Na primeira consulta de um paciente com dor lombar, ciática ou hérnia de disco, na Quiropraxia Jason Gilbert, costumamos perguntar quando a dor é pior. A maioria das vezes, a resposta é “de manhã” e acabamos descobrindo, no decorrer da consulta, que o colchão era o principal culpado pelo desconforto que ele está sentindo.
A primeira recomendação é: "troque o colchão!"
O colchão é uma importante ferramenta do tratamento quiroprático. Na maioria dos casos, a substituição do colchão por si mesma já ajuda a melhorar a dor nas costas do paciente.
Mas fique atento na hor de escolher! O bom colchão para uma pessoa não é necessariamente bom para outra. Antes de comprar o seu, prove-o bem na loja.
Outra opção para não errar é encomendar seu colchão sob projeto. 
Como é raro um casal apresentar o mesmo peso corporal, o colchão deve fornecer apoio para ambos, tarefa difícil em um colchão convencional. 
Quiro Pro em conjunto com a empresa Angelina Trisofft desenvolve colchões sob medida que atende qualquer tipo biotipo e necessidade. Confira: http://www.quiropro.com.br/colcao.php

1 de nov. de 2011

CONHEÇA OS BENEFÍCIOS DO GELO


Ao contrário do que muita gente pensa, nos momentos de dor e inflamação da coluna vertebral, a compressa de gelo é o melhor remédio.

Quando um músculo é sobrecarregado ou lesionado o suficiente para comprometer o seu funcionamento normal, seu corpo desencadeia um reflexo inconsciente. Esse processo se chama inflamação e existe para limitar movimento e danos possiveis ao articulação( que o musculo protege) e ajudar curá-lo o mais rápido possível. Para isso, a circulação sanguínea local aumenta com o intuito de levar nutrientes para os músculos e outros tecidos. Por isso, quando temos inflamação, o local parece quente e avermelhado. A maioria das vezes também há sintomas como dor, adormecimento ou formigamento.

Nesse momento, na fase aguda (entre o primeiro dia da inflamação até seis semanas depois), em vez da bolsa de água quente, aplique o gelo no local lesionado. O gelo é anti-inflamatório e analgésico natural, auxiliando na redução do inchaço e diminuindo o fluxo sanguíneo. Como consequência, a inflamação reduzirá, aliviando a dor. Essa estratégia serve somente para diminuir a inflamação e reduzir a dor momentaneamente. A causa principal sempre deve ser detectada o mais rápido possível. A atividade que agrava a condição também deve ser evitada enquanto o problema estiver sendo retificado.

As regiões que costumam inflamar na coluna e requerem gelo são: o pescoço (especialmente quando estiver irradiando dor ou adormecendo os braços), a coluna dorsal (especialmente quando uma costela está subluxada, às vezes causando uma dor forte e irradiando para o peito, braços ou ombros) e a coluna lombar, articulação sacroilíaca e músculo piriforme no glúteo (que frequentemente irradiam dor ciática para a perna).

Se o episódio for traumático, uma consulta com seu quiropraxista sempre deve acontecer durante ou tão logo aconteça, para devolver o funcionamento normal da articulação.

No entanto, quando a dor estiver entrando na fase semicrônica ou crônica, a aplicação de calor pode ajudar bastante. Se você não tem certeza de que fase está, não use, até que seja liberado por um profissional da saúde, pois calor aplicado em uma região de inflamação aguda vai resultar em mais inflamação, mais dor e, consequentemente, mais tempo para recuperar-se e a região da lesão pode aparecer vermelha e produzir calor palpável.


A aplicação de gelo deve acontecer da seguinte forma:
  • Coloque o gelo dentro de uma toalha ligeiramente molhada ou use uma compressa de gel
  • 20 minutos com gelo
  • 20 minutos sem gelo
  • 20 minutos com gelo
  • 1 hora sem gelo
  • 20 minutos a cada hora depois disso