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7 de abr. de 2014

MEU FILHO CAIU E AGORA?






A infância e a juventude são marcadas por quedas freqüentes, e que deixam as mães e pais preocupados com a saúde dos filhos.

Quando bebês começam a aprender a andar estimasse que ocorram milhares de quedas, a maioria deles sobre a pelve. Nesses momentos sempre surgem os conselhos populares de “não foi nada, deixa que ele levanta” e outros parecidos. Mas será que não foi “nada” mesmo?
Por mais que os danos não possam ser medidos na hora da queda, o impacto causa pequenos desalinhamentos ósseos e disfunções nas articulações, que só serão sentidos com o passar dos anos.
Muitas dores lombares e mesmo hérnias tem sua causa na infância, com essas pequenas quedas ignoradas, e se desenvolvem ao decorrer da vida, apresentando sintomas só na idade adulta. Nesses casos, estamos anos atrasados no tratamento, e a pessoas terá de ser paciente para melhorar.
Quando uma criança cai, a primeira coisa a fazer é se certificar de que não houve uma lesão séria. Após essa segurança, marque uma consulta com um quiropraxista para que ele possa corrigir os desalinhamentos da coluna logo que ocorreram. Ele perguntará como foi que a criança caiu, para ter pistas do que pode ter acontecido com o corpo e há quanto tempo, para saber os limites que precisa respeitar nos ajustes.
Outra opção é planejar a infância do seu filho e agendar consultas regulares de prevenção. O intervalo entre essas consultas costuma ser grande, mas como cada corpo é diferente, o melhor é esperar o quiropraxista avaliar e determinar de quanto em quanto tempo será necessário retornar.
Duas coisas são certas, as quedas são inevitáveis e a cultura do “não foi nada” precisa mudar. Se queremos que nossas crianças tornem-se adultos mais saudáveis, precisamos cuidar de sua saúde e bem estar com Quiropraxia desde bem cedo,

28 de fev. de 2013

CUIDADOS DURANTE A VIDA PROPICIAM UMA VELHICE DIGNA E SAUD´VEL




Quando envelhecemos, os sistemas do nosso corpo que cuidam do equilíbrio e da postura ereta se degeneram. Há uma redução na visão e na audição que afetam diretamente a coordenação. Nossos reflexos podem ficar mais lentos, diminuindo nossa velocidade de reação em situações ameaçadoras, como equilibrar-se de um escorregão em um piso molhado. A perda da força muscular e da flexibilidade podem interferir na capacidade de levantar-se da cadeira ou ficar de pé.

Mas, a cada dia, o índice de população idosa no mundo aumenta, por causa das mudanças no estilo de vida e da prevenção. Entre os principais cuidados para tornar a velhice agradável e prolongar a sobrevida está evitar as quedas. Pequenos acidentes, que podem ser evitados, levam pessoas a sofrerem sérias lesões ou até morrer.

Veja como não é tão complicado reduzir o risco de quedas, seguindo as dicas a seguir:

Não tome medicamentos com a intenção de tratar de degenerações pois TODOS têm efeitos colaterais que afetam sua função cerebral, causando vertigem, confusão, diminuição da visão ou a sensação de cabeça leve.
Evite medicamentos como antialérgicos, antidepressivos, analgésicos, ou para tosse, assim como a ingestão deles com álcool, que ampliam o risco de quedas. Peça para o seu médico revisar seus medicamentos, usando a mínima dosagem, a fim de minimizar o risco.
Faça exames regulares com seu oftalmologista e limpe seus óculos frequentemente para melhorar a visibilidade. O risco de queda aumenta bastante com a diminuição da visão. Doenças dos olhos relacionadas a envelhecimento como catarata e glaucoma podem alterar a percepção de julgar a distância dos objetos, afeta o brilho da luz e a atividade visual; como resultado, impede a capacidade de mover-se com segurança.
Faça exercícios físicos e alongamentos, para fortalecer seus músculos e ganhar flexibilidade, eliminando o sedentarismo e a possibilidade de quedas.
Instale barras em seu banheiro; e antiderrapante nos degraus da escada e em pisos escorregadios, o que lhe proporcionará maior segurança.