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7 de abr. de 2014

MEU FILHO CAIU E AGORA?






A infância e a juventude são marcadas por quedas freqüentes, e que deixam as mães e pais preocupados com a saúde dos filhos.

Quando bebês começam a aprender a andar estimasse que ocorram milhares de quedas, a maioria deles sobre a pelve. Nesses momentos sempre surgem os conselhos populares de “não foi nada, deixa que ele levanta” e outros parecidos. Mas será que não foi “nada” mesmo?
Por mais que os danos não possam ser medidos na hora da queda, o impacto causa pequenos desalinhamentos ósseos e disfunções nas articulações, que só serão sentidos com o passar dos anos.
Muitas dores lombares e mesmo hérnias tem sua causa na infância, com essas pequenas quedas ignoradas, e se desenvolvem ao decorrer da vida, apresentando sintomas só na idade adulta. Nesses casos, estamos anos atrasados no tratamento, e a pessoas terá de ser paciente para melhorar.
Quando uma criança cai, a primeira coisa a fazer é se certificar de que não houve uma lesão séria. Após essa segurança, marque uma consulta com um quiropraxista para que ele possa corrigir os desalinhamentos da coluna logo que ocorreram. Ele perguntará como foi que a criança caiu, para ter pistas do que pode ter acontecido com o corpo e há quanto tempo, para saber os limites que precisa respeitar nos ajustes.
Outra opção é planejar a infância do seu filho e agendar consultas regulares de prevenção. O intervalo entre essas consultas costuma ser grande, mas como cada corpo é diferente, o melhor é esperar o quiropraxista avaliar e determinar de quanto em quanto tempo será necessário retornar.
Duas coisas são certas, as quedas são inevitáveis e a cultura do “não foi nada” precisa mudar. Se queremos que nossas crianças tornem-se adultos mais saudáveis, precisamos cuidar de sua saúde e bem estar com Quiropraxia desde bem cedo,

11 de dez. de 2013

PROVAS E VESTIBULAR, VILÕES PARA A SUA COLUNA


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O fim do ano está aí e o cerco aperta: são provas da escola ou mesmo de vestibular, gerando uma rotina estressante, além das dores pelo corpo.

Horas na frente da escrivaninha ou computador, com a cabeça para frente e os ombros caídos, provocam má postura e consequentemente subluxações do pescoço e coluna.
 
O ingresso de pacientes jovens em nossas clínicas aumenta muito nos meses que antecedem provas na escola, vestibular e faculdade.
 
Independentemente da idade, o fato de ficar sentado por horas, olhando para o mesmo lugar, lendo ou estudando não agrada nossa coluna vertebral. Essa posição promove flexão do pescoço e coluna dorsal aumentando a carga que ela sustenta. Muitos dobram a cabeça para o lado quando escrevem, perdendo o alinhamento da coluna e causando encurtamento muscular.
 
Sintomas como torcicolo, dores e rigidez do pescoço, ombros e até efeitos menos óbvios como insônia, vertigem, adormecimento, formigamento nos dedos da mão, irritabilidade e até ansiedade são os mais comuns.
 
Infelizmente, na preparação para as provas ou para o vestibular há obviamente uma necessidade de investir muitas horas de estudo.
 
Para evitar esses desconfortos e futuros problemas, listamos algumas dicas que vão ajudar a você ultrapassar essa etapa com mais qualidade de vida.
 
DICAS
  • Continue com a rotina de atividades físicas. Os alunos que continuam com exercícios e esportes são os que sofrem menos. Talvez você se exercite menos, mas não desista. Diminua o tempo dedicado ao invés da frequência! Nessa fase da vida do aluno, as atividades físicas são geralmente deixadas de lado e esquecidas quando, na realidade, seria o momento mais importante para sua prática. 
  • Levante-se a cada 30 minutos para caminhar ou se alongar.
  • Aprenda exercícios ou alongamentos que possam ser feitos durante  a atividade de ler ou escrever 
  • Para ajudar a minimizar a flexão do pescoço na hora de escrever, ponha um grupo de livros embaixo dos cotovelos do lado que você não utiliza para escrever, isso manterá o tronco mais reto.
  • Faça ajustes quiropráticos para liberar seus movimentos e mantê-lo mais relaxado

Boa sorte!!

14 de fev. de 2013

COMO FIQUEI TORTO, SE NÃO SOFRI NENHUM ACIDENTE



Nem sempre é o grave acidente que leva ao desalinhamento da coluna. A maioria das pessoas deixam passar despercebidos pequenos traumas rotineiros que depois de anos sem tratamento desencadeiam problemas sérios na coluna.

E quando procuram o quiropraxista por causa desses problemas, quase sempre ele diz que você apresenta uma subluxação vertebral. Provavelmente, depois de sair de lá devem se perguntar: "Afinal, o que é essa tal de subluxação?"

Vamos lá! Mais branda que a famosa luxação, que ocorre quando as superfícies articulares ficam completamente separadas umas das outras, a subluxação acontece quando as superfícies articulares são parcialmente separadas e algumas partes ficam ainda em contato. No caso da coluna, são as articulação das vértebras que ficam ligeiramente desalinhadas.

A subluxação pode ser tão imperceptível, que os médicos, em geral, não dão tanta atenção para ela. No entanto, para os quiropraxistas, o mínimo deslocamento da vértebra, se não tratado, já é suficiente para levar, no futuro, ao desalinhamento mais drástico da coluna, gerando, inclusive, sintomas não relacionados à ela, pois, uma vez deslocadas as vértebras, a comunicação entre o sistema nervoso central e o restante do corpo sofrerá interferências, prejudicando assim seu equilíbrio bioquímico e acarretando em doenças, disfunções etc.

A subluxação ocorre por diversas causas. Uma delas é a força física, ou mecânica, que pode afetar a coluna durante a gestação, quando o feto está mal posicionado no útero materno. Estima-se que crianças suscetíveis ao mal posicionamento no útero têm 50% mais chances de desenvolver problemas de quadril, mandíbula ou de postura durante a infância. Durante o nascimento, ela também corre o risco de sofrer subluxações, pois fica exposta a diversas forças prejudiciais como, por exemplo, no momento em que o médico puxa a criança forçando sua coluna cervical.

Nos primeiros anos de vida, a criança é colocada à prova pela necessidade de aprender a andar. São incontáveis as vezes que ela cai sentada, de lado, de frente, de costas, e até chega a bater a cabeça! Cada queda tem o potencial para gerar não apenas uma subluxação, mas um padrão delas.

Na adolescência, é a vez das práticas esportivas, significando mais quedas, batidas, torções etc., e mais subluxações.

Quando adultos, as quedas diminuem, em contrapartida a pessoa enfrenta freadas bruscas, ou mesmo sofre acidentes de carro, posiciona-se mal no trabalho ou nas tarefas do lar, e quem utiliza transporte público sabe bem como é complicado, podendo desenvolver outras subluxações.

Ora, se você, praticamente, nasce com uma subluxação, ao consultar um quiropraxista com, digamos, 30 anos, estará, então, 30 anos atrasado para essa consulta! Durante todos esses anos subluxado, estará também mais suscetível a doenças, além de não estar desempenhando sua capacidade máxima, pois o corpo estava com interferência.

É por isso que não há idade mínima nem máxima para ser ajustado por um quiropraxista, porque a Quiropraxia é para todos, independente de idade, sexo e estado de saúde!

9 de jan. de 2013

Garanta agora o futuro de seu filho, preservando sua coluna



É na infância que nosso corpo (e nossa coluna) começa a sofrer com os efeitos da gravidade. Afinal, corremos, caímos, brincamos, dormimos, sentamos, estudamos, assistimos TV e praticamos esportes, como qualquer ser humano normal.

Postura correta na hora de estudar ou sentar, carregar a mochila de maneira certa, exercitar-se, fazer alongamentos, cuidar da coluna assim como iniciar os ajustes quiropráticos são hábitos que devem ser incorporados na rotina de uma criança.

O propósito da quiropraxia não se restringe em acabar com a dor, mas, sim, em cuidar do sistema nervoso e mantê-lo livre de interferências, deixando a nossa saúde ainda melhor, independente da idade.

Poucas pessoas sabem que frequentemente queixas infantis como dores de ouvido, de cabeça, cólicas, asma, e até a falta de atenção e fazer xixi na cama, podem estar relacionadas a problemas na coluna vertebral. Isso porque a coluna e o sistema nervoso estão intimamente ligados! Qualquer disfunção ou desvio articular pode surtir na compressão de nervos, bloqueando parcialmente a transmissão de impulsos nervosos do cérebro ao corpo, e afetando no funcionamento de nossos órgãos.

Além de não conseguirem se comunicar direito, geralmente, as crianças pequenas não sentem dor nas costas, dificultando a interpretação dos sintomas de uma possível disfunção e/ou desalinhamento da coluna. Os problemas não detectados na infância podem causar a degeneração da coluna na vida adulta muitos anos depois.

Assegure a saúde futura de seu filho agora dando atenção a sua coluna agora. Traga-o também para fazer ajustes

3 de set. de 2012

Seu filho está com dor no joelho? É bom dar atenção!


Que as crianças caem e se machucam constantemente não é novidade, mas nem toda dor no joelho é causada por quedas e batidas, e nessas horas é preciso muita atenção para cuidar de seus filhos.
Uma das doenças mais comuns que causa dor nos joelhos em crianças é chamada de Osgood Schlatter. Trata-se de uma irritação da conexão (inserção)  do ligamento da patela na tíbia, o osso da perna. Em casos mais graves, pode ocorrer um tipo de pequena fratura, chamada de avulsão óssea.
Normalmente essa doença acomete crianças de 9 a 16 anos de idade, isso ocorre pois a irritação do ligamento se dá pelo período de crescimento acelerado. Nesse período, aumenta muito a tensão sobre o ligamento, que não consegue acompanhar o crescimento e acaba sofrendo danos.
O risco dessa doença aumenta se a criança pratica atividades que aumentem o stress na área, como corrida, saltos etc.
Ao perceber que seu filho está com dor no joelho, verifique se a região está com vermelhidão, inchada e sensível ao toque, e procure um ortopedista. 
Para prevenir e auxiliar o tratamento, sempre podemos contar com a Quiropraxia, que vai avaliar com o devido cuidado para aliviar a tensão no ligamento e melhorar o funcionamento das articulações.
O O tratamento é físico, com gelo, descanso e manipulações locais.



20 de out. de 2011

QUIROPRAXIA TRATA INFLAMAÇÃO DO OUVIDO



Um dos problemas mais comuns na infância é a inflamação no ouvido. Os sintomas clássicos dessa doença são: dor de ouvido, febre e diminuição da audição, mas se a inflamação se tornar mais severa a criança pode apresentar vômito e diarréia.

Normalmente tratada com antibióticos, pesquisas demonstraram que essa inflamação pode ser seguramente tratada com Quiropraxia.

Um estudo analisou centenas de casos de crianças entre 20 dias e 5 anos de idade, diagnosticadas com inflamação no ouvido (Otite Média) através de exames confiáveis e tratadas com Quiropraxia. Esse estudo demonstrou fortes evidências de que a Quiropraxia trata inflamação no ouvido com eficiência.

Estudos mais criteriosos estão sendo realizados para determinar exatamente como essa melhora ocorre, mas até lá já temos a segurança de dizer que as crianças podem se beneficiar muito com a Quiropraxia, tanto para este tipo de inflamação, quanto para a saúde em geral.

Sabemos hoje que a manipulação articular, dentre muitos efeitos, aumenta a atividade das células de defesa no nosso organismo, melhorando nossa imunidade para alguns tipos de infecção. Sabemos também que a normalização da função da coluna melhora a movimentação de todo corpo, e esses dois benefícios são primordiais para uma infância saudável.

Por isso, não espere seu filho ficar doente para levá-lo ao quiropraxista, potencialize a saúde das crianças e previna doenças desde cedo com Quiropraxia.